Sobre suicídios…

Meiotexto

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O suicida não deseja a morte, na realidade, ele é quem mais quer viver; o que ele deseja matar é o que lhe causa dor… Augusto Cury, O futuro da humanidade.

Existem vário tipos de morte, as reais e as ficcionais. Quando eu cancelei minha conta no Facebook, eu já sabia que acabara de cometer um tipo de suicido: o social (facebookcídio, rs). Mas não é sobre este tipo de morte o tema deste post…

Recentemente li uma um texto do alex castro (assim mesmo, com letras minúsculas) sobre este tema. Eu gosto muito da escrita do alex (sou suspeito para falar), porque leio nele algo que me parece raro neste mundo ao avesso (e cheio de pessoas que não querem mais por aqui ficar): alguma coisa que mistura sinceridade e lucidez.

Se você é um leitor atento do meiotexto, já deve saber (talvez até de saco cheio) que na…

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APRENDIZ…

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Não creio muito nessa história de que existem apenas vilões e mocinhos no mundo,
para mim somos muito mais do que apenas uma coisa ou outra.
Pertencemos a um mundo dialético, onde diariamente estamos expostos
a diversos modos de vidas, possibilidades e anseios.   É a partir daí que evoluímos
e ao final de cada etapa deixamos um pouco do que éramos.
De caco em caco somos remendados com parte de outros
que outrora ignoraríamos sem pensar duas vezes. Nessa tessitura descobrimos: ‘aquilo que estamos nos tornando não chega a ser metade do que desejávamos.’
Apesar disso o tempo nos ensina que perfeição é utopia e viver é uma graça tão imerecida que até mesmo nossos erros se tornam minúsculos perto dessa benção que nos foi concedida.
Após dar-nos conta de que a expectativa em viver o mocinho nessa vida
foi um tanto frustrada,  percebemos que o vilão nem sempre erra porque quer e muitas  vezes ele tropeça tentando acertar. Logo a gente se pergunta: mas quem inventou
essa conversa de vilões e mocinhos?  Diante de tantas alegrias e tropeços, vitórias e perdas, encontros e despedidas, abraços e saudades a gente permanece assim: eternos aprendizes dessa escola chamada VIDA.

Alguém…

0000000001Outro dia ouvi uma frase linda que agora não me recordo a autoria, mas dizia assim: “o amor é simples, o amor é alguém”. Concordo sem hesitar! Isto porque, o amor me ensinou tanta coisa, uma delas foi que eu era mais forte do que poderia imaginar;  me ensinou a ler e a escrever; me ensinou que eu sou capaz de realizar meus sonhos;   me ensinou que a distancia é um detalhe sem importância quando a gente ama; me ensinou que o fato de eu ser mulher não me limita em nada;  me ensinou a ser forte por ela, por eles.  O amor para mim é ela: mulher, amiga, guerreira e mãe.

Breve

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Dentro,
Lá no fundo,
no extremo.

Fluiu
uma esperança,
tão ardente.

Pequena,
mas tão bela,
é presente.

Cura,
escolha do amor
e eterna.

Segredo,
por um átimo,
isto apenas.

Tempo,
revelará a semente,
que então cresce.

Verão,
florescerá mais
que a primavera.

Breve,
a tempestade despede-se,
pra sempre.

Poeminha sobre o Amor…

Por Carolina de Oliveira

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Sei tão pouco sobre o amor
ouvir dizer que ele é uma ação
Desconfio às vezes que ele seja
a brisa no peito com um furacão.

Amor  é coisa transcendental
é a razão inconsciente dos seres
É a alegria da criança no natal
mas é também aquário sem peixe.

O Amor é a inspiração do acaso
é uma saudade no peito do velho
É como um triste bolo solado
nas mãos bobas de um moço esperto.

A amor é a sensação de uma mãe
que ao amamentar transborda o peito
E com zelo olha para os seus braços
vendo o filho o vela  sentindo medo.

O amor é expresso de várias formas
ele eterno até mesmo quando morre
Mas para mim ele é um menino lindo
desses românticos que nunca dorme.